Cristo e as psicologias
Tantas quantas forem as visões de mundo haverá uma proposta psicológica para lidar com as dimensões psicológicas humanas em cada uma delas; percepção, comportamento, emoção, linguagem, memória, interações sociais, relações, processos cognitivos, sentimentos, consciência, inconsciente, personalidade, pensamentos... comumente chamadas de abordagens.
Acusar a psicologia de humanista ou de qualquer outra coisa (no sentido mais pejorativo da palavra) como costumam fazer alguns para antagonizar psicologia com teologia, é absolutamente desonesto. Quem procura Cristo nas teorias está fadado a fracassar. Ele é quem encontrar os humanistas, os existencialistas, os racionalistas, os ateus... e até os teólogos em suas buscas pela verdade; tanto da natureza, “pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis” (Rom 1:20); quanto da revelação, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto, porque Deus lhes manifestou” (Rom 1:19).
O que Cristo tem a ver com as psicologias?
Para o cristão, tudo!
Porque seu senhorio se estende até os domínios das mais densas trevas em que os humanos possam estar, “pois ele tudo sujeitou debaixo de seus pés” (I Cor 15:27).
Quando um cristão, que exerce a psicologia, em que área for, o que está em questão não é o quanto as psicologias oferecem sobre Deus; a resposta é óbvia: absolutamente nada! A pergunta séria é: como Cristo é visto por meio deste cristão? Jesus ensinou (Mat 5:16) que nossa luz deve brilhar diante dos homens para eles vejam as nossas boas obras e assim glorifiquem a Deus.
A luz de um marceneiro brilha quando ele entrega o móvel que causa uma surpresa na pessoa que viu sair do papel uma obra prima que agora está em sua parede. É fácil perceber que se a obra não provoca nada na pessoa, não adiantaria colocar um versículo na nota fiscal para o identificar com cristão, aliás, quando o trabalho é mau feito, o desleixo se torna ocasião de vergonha para o evangelho.
E você psicólogo? Como teu trabalho tem refletido Cristo?

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