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Relações humanas e relação terapêutica.

Por Aender Borba Senti-me provocado a escrever estas linhas depois que um grande número de pessoas (amigos e conhecidos) tem me procurado para perguntar sobre certas práticas de certos psicólogos(as), dos quais suspeita-se que suas posturas não coincidam com o que seria esperado de um profissional dessa classe. De modo geral, as pessoas, mesmo não tendo conhecimento profundo sobre o que faz um psicólogo(a), têm uma concepção prévia do que lhes seria inerente. Mais ou menos assim: do mesmo modo como açougueiro entende de carnes, um médico de saúde, um engenheiro civil de edificações; um psicólogo(a) deve entender de gente, de emoções, de comportamento e de ética. A partir dessa provocação, decidi refletir um pouco sobre um assunto que nunca vai se esgotar: a relação terapêutica . Não é possível esgotar porque ele é a mola propulsora da Psicologia como ciência e profissão, independente do campo de atuação, seja na clínica, nas organizações, no esporte, no hospital e outros...